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domingo, 30 de dezembro de 2012

EM BUSCA DO CAFÉ PERFEITO!!

Para quem aprecia café, o ritual de preparo é a parte mais gostosa do ato de tomar café! Por isso, é comum termos em casa vários estilos de cafeteira que utilizam mecanismos diversos para produzir essa bebida tão deliciosamente cativante. A PrensaFrancesa é uma delas, embora seja um dos métodos em que a probabilidade de erro seja maior. Então, trouxemos hoje, alguns esclarecimentos e dicas de como preparar seu café na prensa francesa e obter um excelente resultado. Essa publicação da Revista Cafeicultura dá o passo a passo do preparo.
Hummmmm... já estou sentindo o cheiro de café fresquinho!!

30/12/2012 01:51 
Prensa francesa: o que nunca é comentado. 



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Aprecie Café! 

A prensa francesa gera muita curiosidade e é bem mais desconhecida do que eu imaginava. Passei a semana testando a minha e oferecendo o resultado disso aos colegas de trabalho. Os primeiros foram vítimas. Os últimos apreciaram um café e tanto!
Mesmo depois de ter feito um curso de preparo de café, por diferentes métodos, meu café de prensa não ficava agradável. Eu a havia quase aposentando. Um grande equívoco: o café feito por esse método é único. O sabor é intenso e agradável. Contanto que se cumpra um certo ritual no preparo.
Três são os defeitos mais comuns de um café mal preparado  em prensas: baixa temperatura, presença de pó na bebida e sabor desagradável. Simples são as três soluções para esses problemas. Passo agora a falar delas.
A primeira coisa que se deve fazer ao usar uma prensa francesa é rescaldar sua jarra e seu filtro. O melhor é completar a jarra com água fervente, numa superfície não fria (preferencialmente madeira, nunca pias de pedra). Deixando a água quente em repouso na jarra, pode-se ir esquentando a água mineral ou filtrada a ser usada para a bebida.
Depois, pode-se lavar o filtro do êmbolo com a água descansada.
O café a ser usado: deve ser, necessariamente, de excelente qualidade. O preparo em prensa extrai ao máximo o sabor do café. Quanto mais baixa a qualidade, pior a bebida. O ideal é um café de torra clara. Ao final (indicações no final desse post).
A moagem deve ser média. Vale a pena comprar moído em boas cafeterias. As máquinas profissionais são mais seguras para se obter boas moagens para esse preparo. Uma moagem inadequada pode produzir um café quase “árabe”. Sempre haverá resíduos de pó na bebida final, mas se passar do limite, o café fica desagradável. Não passando, apenas restará uma sensação aveludada no final da xícara.
Seguindo-se os passos: rescaldamento da jarra e do êmbolo + moagem adequada + bom café, a bebida será cativante. Isso porque é certa a vontade de se usar a prensa diariamente depois de acertar o preparo.
Por último, cabe uma dica que vai um pouco contra o preceito de jamais ferver a água do café. No caso da prensa francesa, convém ferver a água. Isso porque a perda de calor será relativamente grande nesse tipo de preparo. Após despejar a água sobre o pó, depositado no fundo da jarra, será necessário mexer a mistura duas ou três vezes, aumentando o contato do líquido com o ar. Em seguida, dever-se-á deixar a mistura em repouso por cerca de 3 minutos, antes de comprimi-la com o êmbolo. Isso tudo esfria a bebida. Vale a pena ferver a água, então. Ainda que isso possa queimar um pouco o café. No final, o benefício é maior que a perda.
Sugestão de marcas de café para prensa francesa: Café Raiz e Suplicy(há links de ambos na página principal 
deste blog). Sempre torra clara!


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Agora não adianta dizer que não tem tempo!!!!

Museu do Café recebe visitação noturna a partir de fevereiro 

A partir do dia 9 de fevereiro, o Museu do Café, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, oferece uma nova possibilidade aos que querem saber mais sobre a história do café no Brasil. A novidade é a visitação noturna, que será realizada duas vezes por mês, até as 21h. Além do acervo do museu, a atividade contempla ainda a leitura arquitetônica do edifício iluminado, nas fachadas voltadas à rua XV de novembro e ao porto.
“Mais do que oferecer oportunidade a grupos escolares do período noturno e às pessoas que não podem vir ao museu durante o dia, esse novo horário de visitação permite uma visão completamente nova do museu e do edifício da Bolsa Oficial de Café no contexto do Centro Histórico de Santos”, explica Marcela Rezek, coordenadora técnica do Museu do Café.
O museu estará aberto para visitação noturna nos dias 09 e 23 de fevereiro, 08 e 22 de março, 19 e 26 de abril, 10 e 24 de maio, 14 e 28 de junho, 12 e 26 de julho, 16 e 30 de agosto, 13 e 27 de setembro, 11 e 25 de outubro, 08 e 22 de novembro, 06 e 13 de dezembro, sempre até as 21h. Para agendamento de grupos, os interessados devem entrar em contato pelo telefone (13) 3213-1750.
O Museu do Café fica à rua XV de Novembro, 95, no Centro Histórico de Santos. Os ingressos para visitação custam R$ 5, estudantes e pessoas com mais de 60 anos pagam meia-entrada. Já a Cafeteria do Museu funciona de segunda a sábado das 8h às 18h, e aos domingos entre 10h e 18h. Outras informações estão disponíveis no endereçowww.museudocafe.org.br.
Serviço:
Visitação noturna ao Museu do Café
Datas: 09 e 23/02, 08 e 22/03, 19 e 26/04, 10 e 24/05, 14 e 28/06, 12 e 26/07, 16 e 30/08, 13 e 27/09, 11 e 25/10, 08 e 22/11, 06 e 13/12
Horário: Até 21h
Preço: R$ 5
Informações e agendamentos: (13) 3213-1750

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Café Moka homenageia São Paulo em embalagem comemorativa de 100 anos






Café Moka
Marca tradicional paulistana faz um tributo à cidade em embalagens ilustradas com famosos pontos turísticos.

Marca tradicional paulistana, o Café Moka, da Sara Lee, fará uma homenagem a São Paulo para comemorar o ano de seu centenário.
A partir de janeiro, mês que a cidade também comemora seu aniversário, a marca colocará nas gôndolas de todos os pontos devenda da região metropolitana, interior e litoral paulista, uma edição limitada de embalagens ilustradas de sua linha de café torrado e moído.

São três versões com imagens de importantes pontos turísticos paulistanos: Avenida Paulista, Ibirapuera e Centro. Além das ilustrações, cada embalagem também terá um texto sobre o ponto turístico, ressaltando a beleza, a cultura e a diversidade racial e cultural de São Paulo. O novo visual inclui ainda o selo com a assinatura “Desde 1912, orgulho de ser paulista”. A agência BenchMark, responsável pelo design das embalagens, escolheu o grafite, uma forma de arte tipicamente urbana, para criar as ilustrações. 



Saiba mais no site da Revista Cafeicultura

sábado, 21 de janeiro de 2012

Starbucks traz café da Guatemala para o Brasil


Rede vende os grãos  originados da América Latina em edição limitada e promove ações de degustação em todas as lojas do país para promover a novidade

Café da Guatemala
O Starbucks Guatelama Casi Cielo possui o selo Starbucks Shared Planet
Rio de Janeiro - A Starbucks traz pela primeira vez para o Brasil o café Guatemala Casi Cielo.
A partir desta semana, e enquanto durarem os estoques, os consumidores das lojas de São Paulo, Rio de Janeiro, Niterói, São Caetano e Campinas poderão adquirir os grãos, originados de quatro fazendas em Antigua, na Guatemala.
Para promover a novidade, a rede realiza ações de degustação duas vezes ao dia em todos os pontos de venda.
O Starbucks Guatelama Casi Cielo possui o selo Starbucks Shared Planet, garantindo que os grãos foram cultivados de maneira a proteger o meio ambiente e dar retorno à comunidade.

Fonte: Revista Cafeicultura

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

CAFETERIA - Coado no capricho - Métodos diferentes de extração chegam ao Brasil, valorizam o café filtrado em cafeterias


GLOBO RURAL 



01/01/2012 - Métodos diferentes de extração chegam ao Brasil, valorizam o café filtrado em cafeterias e mostram que o consumidor busca qualidade 

por Hanny Guimarães | Fotos Roberto Seba

Difícil encontrar um brasileiro que não comece o dia com um cafezinho "passado na hora". O hábito faz parte da rotina de 97% da população que escolhe o coador como método principal de preparo da bebida, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic). A preferência pelo filtrado permanece também fora do lar, embora as cerca de 3 mil cafeterias do país tenham o espresso como protagonista. Para o mercado, uma maneira de diferenciar o produto no segmento, que é um dos responsáveis pela promoção do grão de mais qualidade.
Agora, no entanto, as casas nacionais voltam às raízes de olho no número expressivo de pessoas que pedem um coado no balcão. Com novos equipamentos e modos de fazer, os estabelecimentos que conquistaram os clientes com máquinas modernas abrem espaço para a tradição. Uma tendência, segundo o diretor executivo da Abic, Nathan Herszkowicz, que tem origem no mercado de cafés dos Estados Unidos. "É possível observar uma reação do filtrado há cinco anos entre os americanos. Para criar uma diferenciação nos produtos oferecidos e aliar a ideia de artesanato à preparação, foram adotadas técnicas que valorizam a filtragem e os GRÃOS de melhor qualidade", afirma.

Veja a matéria completa na Revista Cafeicultura

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